Homenagem ao Roriz

Fiquem com os vídeos. Qualquer semelhança com nossos governantes…

Aqui não é o congresso, mas tem adicional.

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A Maldição (óbvia) dos Roriz

Maldição é uma palavra forte, eu sei. Mas é uma boa palavra a ser utilizada nesse contexto, afinal, trata-se de algo que se impregna de tal forma que é difícil de tirar; só com reza braba – ou às vezes nem com isso.

Hoje pela manhã, ao ir andando para a UnB, eis que me deparo com uma faixa pendurada no muro da escola de ensino médio que tem na 606 norte, o CEAN.  Eu estava meio distraída ouvindo minha música enquanto andava que demorei uns segundos pra processar a informação da faixa, a qual eu li inconscientemente.

A revolta foi imediata. Sério, eu fico até sem palavras para expressar… Será que alguém AINDA tem alguma dúvida a respeito dos Roriz e de seus amiguinhos? Depois da cara de pau do Sr. Joaquim ao entrar com recurso contra a ficha-limpa (afinal sua ficha estava mais suja do que tudo e todos sabem disso)? Depois da gracinha do Sr. Joaquim de colocar a Sra. Weslian em uma situação totalmente descabida e inapropriada, fazendo-a passar pelo papel de “mané” e “idiota”? Continuar lendo

Ué Liam Roriz x Egg Nelo – Trabalho

Olá, meu fiéis eleitores.

Hoje o tema que irei discorrer é trabalho. Trabalho é algo que sei falar, afinal sou do partido dos trabalhadores. O trabalho dignifica a pessoa humana, te dá valores.  Gostaria de expor meu plano de governo, deixar tudo AS CLARAS. Brasília vive hoje uma situação paradoxal. Temos muitas vagas, entretanto poucas pessoas qualificadas para o serviço. Para obter mais respostas, resolvi sai as ruas para conversar com a população. Encontrei o senhor Francisco Ribeiro, morador da Ceilândia, que me contou seus problemas.

– Diga-me senhor Francisco, quais estão sendo os seus maiores problemas para conseguir emprego?

– Ahh, seu Egg Nelo, ainda bem que o senhor tá aqui. Olha, hoje em dia eu tenho três problemas básico para conseguir emprego.

1º Tenho dificuldades para encontrar emprego na minha idade. Eu sinto uma grande dificuldade para achar o emprego.

2º Eu sou carpinteiro e para nós é essencial ter como levar nosso equipamento. Como não tenho dinheiro, não sei como conseguir esse material de apoio.

3º Não tenho dinheiro para o transporte e ir nas entrevistas de emprego.

Daí meus caros eleitores é que vemos a situação da nossa população. Mas não desanimem, tudo ficará melhor. Eu estou do lado de vocês para consertar tudo isso. Por isso, irei criar os seguintes programas de auxílio ao emprego:

Plano de Metas e Governo de Egg Nelo:

1º BOLSA GPS.;

Nós sabemos que algumas pessoas têm muita dificuldade em encontrar o emprego. Com um aparelho GPS acreditamos que ficará mais fácil achar o emprego.

2º BOLSA Mochila (para as mulheres BOLSA Bolsa);

Não podemos achar que mochilas e bolsas para carregar seus pertences seja coisa só para os ricos. Pessoas como o senhor José… quero dizer, senhor Francisco, precisam de um auxílio, de um compartimento onde possam guardar seus pertences.

3º BOLSA Jegue;

O Transporte de Brasília infelizmente foi sucateado por governos anteriores, dificultado a vida do trabalhador. Por isso, prometo melhorá-lo. Entretanto, tal medida é de longo prazo, e o senhor João… ops, o senhor Francisco, precisa de trabalho logo, agora. Por isso, implantarei o Bolsa Jegue. Cada cidadão terá facilidades em comprar um Jegue, financiado, para poder locomover-se, já que o número de Zebrinhas ainda não nos permite ter um transporte eficiente. Com isso, o Brasil terá a segunda maior frota de Jegues do Mundo, perdendo apenas para os Portugueses.

Com esses projetos esperamos recolocar muitos trabalhadores nos postos de trabalho. Entretanto sobrará uma pequena parcela da população que estará ainda no fundo do poço. São pessoas sem condições de ascender profissionalmente. Para ajudar essas pessoas criarei o Projeto Fénix3. Será um projeto igual ao dos Mineiros do Chile, que os tiraram do buraco e os fizeram subir na vida. O projeto já está sendo implantado no Atlético Mineiro, e estamos viabilizando a contratação de um técnico especializado. Provavelmente teremos Vanderlei Luxemburgo para coordenar tal projeto.

Dessa forma é que pretendo ajudar Brasília, com a mesma força de vontade que fui médico espero agora ajudar como governador. No dia das eleições aperte o 1, depois aperte o 2. Ahh, não faça como minha concorrente, CONFIRME o voto. Lembre-se, uma dúzia é Egg Nelo.

Aqui a resposta da minha concorrente.

E agora Joaquim?

Era uma vez um governante. O nome dele era Joaquim Doriz, tinha fazendas, várias cabeças de gado. Ele governava uma terra sem lei. Apesar de dizer que ama a cidade, não mora nela. Mesmo assim insistia em dar lotes, dava pão, dava leite fabricados em sua própria fazenda, custeadas pelo quadrado, mas só dava para os mais necessitados (leia-se pobres ou miseráveis).

Certa vez, conversando com seus aliados numa sala gravada por câmeras devidamente custeadas pelo “quadrado”, ele falou sobre educação.

Dou pão e leite. Isso é que o povo precisa pra crescer. Educação só faz o povo ter crítica e isso não é boa coisa para as eleições no futuro.

Certo dia um palhaço se candidatou, um candidato SEM educação. Não é que o palhaço ganhou. O palhaço saiu do povo, do mesmo povo que o governador não quis dar educação. Se o governador tivesse proporcionado o dom da crítica as pessoas, quem sabe ele não perderia para alguém mais preparado. Pior do que perder é ser humilhado. Palhaçada, né?

E agora Joaquim?

Vergonha Alheia

O sentimento de vergonha alheia é um dos piores “sentimentos sociais”, vamos assim dizer. Eu tenho muito isso, e tentarei traduzir para vocês.

Vergonha alheia é o limite máximo da cara de pau (a.k.a falta de senso) do outro que exala e impregna no próximo a ponto do próximo sentir vergonha pela pessoa. Só que é uma cara de pau que tem a intenção de ser levada a sério. Se fosse cara de pau proposital, imagino que nem rolaria vergonha alheia.

Neste momento minha indignação chegou a tal ponto que eu não estou conseguindo organizar minhas idéias e palavras para escrever. Porém eu preciso escrever algo para poder, pelo menos, desabafar um pouco esse sentimento que está impregnado em mim.

O motivo dessa indignação? Ah, se você der uma lida rápida nos 5 posts anteriores, você vai entender. Mas vou facilitar sua vida:

  1. O STF declarar, abertamete, que foi comprado pela corrupção, e ainda dar argumentos CONTRA a lei que assegura a população do impdimento dos corruptos a se elegerem.
  2. Roriz se resignar da candidatura e colocar a ESPOSA dele no lugar faltando uma semana para as eleições (falta de respeito com os eleitores, afinal a campanha foi para o Roriz e não para a Roriza, ela só pegou rebaba).
  3. Wesliam Roriz achar que somos idiotas como ela e se submeter a isso.
  4. Saber que o Brasil estará, nos próximos 4 anos, em sua maior parte (acredito que ainda há esperança em alguém) nas mãos de corruptos e sub-celebridades, pessoas ALTAMENTE (AHAM, SENTA LÁ CLAUDIA!) preparadas para guiar um país inteiro.
  5. Todo mundo achar que “se a vida não deu certo, vou me candidatar, dinheiro fácil, entende”. #corruptosfeelings
  6. A total falta de bom senso dos JUÍZES, aqueles que JULGAM (pra que serve título de eleitor mesmo?)
  7. A política do Brasil chegou a tal ponto que o Tiririca não é a figura de palhaço, ele apenas usa as roupas. Palhaço é Weslian Roriz, Joaquim Roriz, qualquer Roriz que está se candidatando, ministro Gilmar Mendes, etc, afinal eles nos fazem rir com suas aprontações.
  8. Todo mundo acha que o Congresso virou picadeiro.

Agora, se preparem. Se você tem vergonha alheia, meu, respira fundo porque essa é bomba. E se você não tem vergonha alheia, bem… poderá começar a ter!

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O palhaço e o ventríloquo.

Nunca gostei de palhaço, mas o Tiririca me fez gostar. Eu estou acompanhando a candidatura dele e estou vendo como está passando por maus bocados. De início tentaram impedir a candidatura porque ele não declarou bens em seu nome. Questionado sobre isso apenas respondeu: “Meus bens estão no nome de outras pessoas devido a questões jurídicas.” Talvez não estejamos acostumados à sinceridade que tanto pregamos, mas muitas pessoas próximas a mim e a você leitor, já recorreram a tal prática.

Alguns candidatos, se sentindo ameaçados, resolveram investigá-lo. Pelo visto não deu em nada. Resolveram então tentar outra frente. Que tal verificar se ele não seria analfabeto? E é isso que está sendo feito. Pelo visto, vão aplicar um teste para saber se ele é analfabeto? Vamos ver o que dá. Mas pra falar a verdade gostaria de ver o que ele pode fazer como candidato. Artista tem uma sensibilidade que muitos políticos não tem.

Em relação ao analfabetismo, montei um cenário, muito mais pra discussão do que um sentido prático. Imagine a situação hipotética onde o analfabeto pode se candidatar no Brasil. Entretanto uma emenda constitucional fosse criada para proibir a candidatura dele? Todos os analfabetos anteriores a emenda poderiam se candidatar? Somente os novos analfabetos não poderiam se candidatar? Esse paralelismo valeria para o caso do ficha limpa? É uma discussão difícil, até porque lei eleitoral tem peculiaridades em relação a outras leis.

Outro assunto que gostaria de falar é sobre um novo talento do Stand-Up brasileiro. Ventríloquo Roriz. O show que ele deu ao anunciar sua esposa como candidata ao governo do DF é coisa de gênio. O trecho mais hilário foi:

– Roriz, você participará do governo da sua esposa?

– Não sei, se ela me chamar?

Agora um trecho que me chamou atenção da nova candidata; com vocês Dilma Roriz, quero dizer, Weslian Roriz:

– Dona Roriz, o que você já fez por Brasília?

– Eu trouxe o primeiro cão guia para Brasília. Trouxe-o do Canadá!

“Agora fiquei na dúvida, o Roriz é Canadense?”

Enfim, pelo visto Roriz tá mais pra ventríloquo do que pra cão guia. Se bem que, se o povo brasiliense a eleger será um claro sinal de cegueira.

STF? Tô HorRORIZado!

Quando dizem que o Roriz só é votado por pobres, vejo que isso é mentira. Ontem vi 5 votos a seu favor. Aonde? No STF! Uhulllllllllll.
Incrível como um “Supremo” pode ser tão constitucionalista. Não é atoa que tio Joaquim Roriz, o Quindim Roriz diz:
Sou candidato, a constituição me garante.
Pelo visto Joaquim, você é Supremo.

Roriz e Branca de Neve no BBB11

Aqui vai o prieiro texto do desafio de micro-contos (você escolhe o tema, os personagens e o cenário e  gente cria um texto de até 1024 caracteres! Entenda melhor aqui).

Depois de reprovar o teste da ficha limpa, Roriz decide mudar o foco. Ele sempre gostou de se aparecer, seja assassinando a língua ou instalando o regime do cão no DF. Daí ele foi pro BBB11. Chegando lá, ele começou a investir em outras habilidades: a de cantar.

Tio Roriz escolheu uma jovem e pequena moça, com cabelos negros e lisos e a pele branca como a neve, para treinar sua habilidade. O nome dela era Branca de Neve.  

Suas cantadas eram definitivamente uma castastrófe…castatrosfe……catástrofe (ufa). A justificativa das investidas é que ele queria ganhar mais votos. É a vida, difícil desacostumar com certas coisas.

Eis que tio Roriz vai pro paredão, justamente com sua querida Branca de Neve. Até porque, convenhamos, ela não era nenhuma maravilha de companhia: não podia ver uma maçã que dava uma mordida e desmaiava. Ninguém agüentava mais esses pt’s de maçã da Branca de Neve, principalmente o tio Roriz. De tanto PT que ela dava, ele foi ficando vermelho de raiva e o pessoal da casa não agüentava mais.

Enfim, eis que no paredão tio Roriz se esforçou e pediu ajuda do público só pra ganhar mais votos. Ô dó: o coitado só não lembrou que quem ganha mais votos SAI do BBB.

É, difícil desacostumar com certas coisas.

(1019 caracteres – sem espaços)