O medo

O medo nos impede de fazer as coisas mais legais, de expressarmos nossas características mais marcantes, de falar as coisas mais belas.

O medo gera a timidez, a vergonha; ele reprime, deprime, constrange.

A gente se embrulha no medo inconsciente, imaginando coisas, e passamos a evitar a vida. Perdemos oportunidades e deixamos pessoas bacanas simplesmente passarem. Tudo culpa dele.

Talvez se a gente tentasse arriscar, poderíamos ter um resultado frustrante. Mas pelo menos tentamos, e então podemos seguir em frente. Ou não, podemos ter sucesso. E desfrutar desse sucesso.

Cliquei sem querer num vídeo genial. Impressionante como as crianças nos inspiram:

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Como fazer uma dedicatória

Percebi que muita gente procura no Google dedicatórias para livros. Mas aí é que tá: não tem graça nenhuma receber um presente com dedicatória sabendo que não foi a própria pessoa que escreveu. A graça – e a magia – da coisa está em expressar nosso carinho em palavras para a pessoa especial, e essa idéia é o fundamento do tutorial a seguir.

Uma pequena observação antes: não precisa ser escritor para redigir um texto bom. Texto bom é aquele que cativa as pessoas, lembre-se disso. 😉

Passo 1: Continuar lendo

Tenis x Frescobol

Eu não tenho palavras para descrever a sensação de ler um texto bom. Texto bom do tipo que toca na alma, chacoalha a mente, faz pensar, promove mudança e entendimento.

Ao longo da vida eu tive a sorte de me deparar com alguns textos desse tipo. Talvez foi graças a eles que decidi me aventurar nesse caminho de escrever, buscando, algum dia, poder tocar as pessoas da mesma maneira que eles fizeram comigo.

Assim, hoje eu li um texto genial, e não vejo motivos para não divulgá-lo com todos. É do Rubem Álves, e aqui você pode encontrar mais textos geniais.

Deliciem-se! 🙂

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Mudar, não muda nada!

Certo dia, uma amiga minha me falava:

– Meu namorado não muda. Eu não sei o que faço mais pra ele mudar.

Perguntei:

– Você já perguntou se ele quer mudar????

Ela ficou parada, com aquela cara de Eureka. Eu apenas ri. As pessoas geralmente estão interessadas em si em primeiro lugar, nessas horas é preciso fingir que não temos umbigo.

Se alguém não quer mudar, não adianta! Então o que fazer? Nada!!!

O importante não é o que a outra pessoa é, mas como você a vê. Certa vez me disseram: “o importante não é focar, mas focar no alvo certo.” Se você focar em aspectos negativos, certamente você verá um(a) monstro(a) e ai as coisas tendem a dificultar. Se você focar nos aspectos positivos, certamente você verá uma grande pessoa na sua frente.

Gandhi já dizia:

Seja a mudança que você deseja ver no mundo!

Lao-Tsé complementava:

Conhecer os outros é inteligência, conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria. Controlar os outros é força, controlar-se a si próprio é verdadeiro poder.

Pra complementar ouçam essa linda música.

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A história dos Beatles

Que eu gosto de Beatles não é nenhum segredo. Muitos devem imaginar que o grande motivo por trás disso é o mesmo motivo que leva qualquer pessoa a se tornar fanático por alguma banda. Naturalmente, é o mesmo motivo sim, porém com um algo a mais, que vou explicar agora.

Eram quatro garotos que não tinham muito dinheiro (eles pertenciam à “classe operária”, como chamavam na época), vivendo em uma época onde o mundo estava abalado por causa da guerra. Encontraram na música um suporte e esperança por dias melhores. Se uniram e começaram a trabalhar arduamente almejando atingir seu objetivo: fazer sucesso com uma banda de rock.

Eles fizeram sucesso – e como fizeram! Mas lá no fundo, eles meio que não levavam toda notoriedade tão a sério assim, afinal a fama é algo extremamente volátil. E eles sabiam disso, e tinham plena consciência de que tudo poderia durar um, dois ou dez anos. Quem saberia? Ninguém. Afinal, é como um amigo meu costumava dizer: “Não tenho certeza nem que o sol vai nascer amanhã”.

O sucesso foi uma explosão. O próprio John Lennon falava que era como um furacão: tudo em volta fica maluco, menos no centro, que é a parte mais calma. Eles eram o centro, e tudo em volta era o furacão. Essa metáfora não poderia ter sido melhor colocada; se você procurar no youtube pode achar vídeos da Beatlemania, mostrando as pessoas enlouquecidas por onde quer que eles passassem.

Boa parte do sucesso deles era devido ao carisma contagiante dos quatro mais a criatividade ilimitada deles. É, eles não tinham medo de ousar, e graças a essas Continuar lendo

Desculpe Jabor! Love is all we need.

Olha… confesso que agora sim não resta nenhum indício de angústia por causa do que li naquele blog (para entender a história, clique aqui). E gostaria de aproveitar o momento para pedir desculpas em público ao Arnaldo Jabor. Quero dizer, depois de uma coisa que ele disse sobre shows de rock eu passei a não gostar dele, e isso me fez descartar qualquer coisa cuja a fonte fosse ele. Para mim, ele não passava de um babaca arrogante e elitista da rede globo. Tá, preconceito, eu sei. Estou me desculpando, afinal recebi um texto dele o qual acho que todas as pessoas deviam ler.

Sim, apesar da visão elitista, ele tem visão sobre as coisas, e isso é importante. Quem nunca falou bobagens para defender sua emissora, afinal de contas? Todo mundo já! 😛

Enfim, Jabor, prometo que meu preconceito com relação às coisas que você diz acabaram agora. Você me cativou, haha! Ponto!! \o/

Nem tudo está perdido, pessoas! Hehehe, poderei tomar meu sorvete em paz hoje. 🙂

Estamos com fome de amor

Color conquest - part II
Arnaldo Jabor

O que temos visto por ai ??? Continuar lendo

O essencial

Ontem me mostraram um blog que falava sobre relacionamento amoroso.  Li um post, achei engraçado, e comecei a ler outros. A medida em que lia, sentia uma certa angústia; as coisas que eram discutidas lá eram reais, mas abordavam apenas um lado do relacionamento: o material. Muito se falava em como se comportar, como se vestir, estilos, traição, correr ou não correr atrás, orgulho, sexo, quem paga a conta no final, etc, etc, etc.

Sim, são coisas presentes no relacionamento e fundamentais que sejam corretamente “administradas” para que a coisa dê certo. Mas não podemos esquecer que a base de tudo não são essas coisas. Há um outro lado: o sentimento. Quando há sentimento, as coisas fluem. Quando nos permitimos ter o sentimento, os pontos materiais apenas seguem o ritmo. O sentimento é a essência, ao meu ver.

E nesse blog pouco se falava da importância desse outro lado. O relacionamento é formado pelo equilíbrio entre os aspectos materiais e o sentimento. 50% de cada.

Enfim, tinham coisas interessantes até, mas a superficialidade me deixou angustiada, como se todos estivessem submetidos a Continuar lendo

Crescer na vida = criar vínculos

Em meu aniversário (que foi há um mês atrás), eu ganhei um presente engraçado. “É para você crescer na vida”, disse meu presenteador, em meio a risos difíceis de serem contidos. E me entregou um embrulhinho prateado, ligeiramente pesado, com uma textura rígida.
Pelos risos, eu imediatamente me desfiz que qualquer expectativa. Afinal de contas, sabia que iria me surpreender, e preferi me entregar a esse sentimento. Abri o pacotinho.

Como esperava, me surpreendi. Tirei de dentro um potinho de formato cilíndrico, tampinha vermelha e uma embalagem escrito “pó royal”. Faz sentido, afinal, era pra eu “crescer na vida”. Uma piada materializada, hahaha.

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Só tem mulher quem pode

É com grande prazer que hoje o Ermo recebe uma colaboração ilustre! Sim, de um grande amigo, sempre presente nos momentos de reflexão com suas belas palavras: Luiz. 🙂

Bem, imagino que muitos devem conhecê-lo por seu sobrenome: Veríssimo.

Haha, acabei de descobri que ele faz aniversário no mesmo dia que eu! Adorei! 🙂

Espero que gostem!

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Os livros e suas dedicatórias

Oi gente! Dessa vez eu não venho escrever post nenhum! Venho apenas apresentar um post interessante que a minha amiga Jana escreveu como colaboração pro Ermo!

É, o Ermo adora colaborações interessantes! Se você quiser, vem ser mu amigo e me cative, quem sabe eu não permito também? Hauhauhuha! =P

Com vocês…Jana!

Fui convidada pela Lulu para fazer um post para o Ermo. Então, senta que lá vem história 😉

 Ano passado, estava fazendo um trabalho para a faculdade e peguei vários livros na biblioteca. Pra minha surpresa, ao abrir um dos livros, encontrei a seguinte dedicatória:

 

“À querida amiga Eliana, que muito me recorda o início dos anos 70, quando começávamos o Mestrado em Economia. Com a certeza de que o Brasil ganhará muito com o seu regresso. Um abraço afetuoso do X (não consegui decifrar a assinatura). Brasília, 11 de março de 86 (pelo menos eu acho que é 86…)” Continuar lendo