Cala boca Galvão

Em tempos de twitter, a cobertura da copa do mundo não é mais a mesma. Na verdade, a cobertura de qualquer acontecimento em qualquer lugar do mundo não é mais o mesmo. Afinal, tudo pode ganhar notoriedade, seja algo importante ou completamente inútil. E daí que temos os lados bom, ruim e engraçado desse fenômeno.

Em épocas de copa do mundo, costumamos extravasar nossas emoções com o tal do Galvão. Salve salve Galvão Bueno, o locutor dono de uma voz única com um sotaque peculiar, autor de jargões clássicos de esportistas brasileiros (quem não se lembra do “vai que tuuuua Taffareeeeeeeel”?), porém incapaz de reconhecer o melhor momento para ficar quieto.

Sendo essa talvez sua característica mais marcante, graças a ela o Galvão ganhou um jargão, carinhosamente concedido pelos milhões de torcedores brasileiros: CALA BOCA GALVÃO.  Em tempos de twitter, esse jargão ganhou uma força descomunal. E quando falo descomunal, não estou exagerando. Veja os fatos. Continuar lendo

Internet e a Informação.

Informação. Acho que essa é a palavra chave para descrever o século XXI. Tudo no mundo gira em torno da troca de informações. Uma empresa hoje não pode viver sem estar conectada a um mundo cada dia mais plano, como diz Thomas Friedman no seu livro o mundo é plano.

Existe uma teoria que diz que o homem tem medo de altura, pois já está incutido na sua carga genética. Desde os primeiro seres pensantes, seja Adão ou o Macaco, o ser humano precisava enfrentar locais de grande altura. A velocidade traz em si até mais perigos, mas não nos passa tanto medo, pois é uma sensação nova. Nossa carga genética ainda está aprendendo com ela.

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