Discurso evasivo sobre a Copa do Mundo

Copa do mundo é um evento bacana, bonito, que envolve as pessoas, traz à tona aquele sentimento patriota. Evento bonito, que mostra o talento dos jogadores, os quais representam uma nação inteira por meio de seus talentos. Bonitos, muito bonitos, os jogadores mostram sua raça, suas pernas, seus músculos…ops, sua raça, seu talento…

Temos que torcer, assistir aos jogos, afinal mesmo quem não entende de futebol manja muito de talento. E como são talentosos esses jogadores, que mesmo representantes de outras nações, não deixam de nos afeiçoar e unir nossos corações, tornando o mundo, assim, como um só.

Entretanto, uma imagem vale mais do que mil palavras. Como não enxergo a possibilidade de encontrar palavras para expressar esse talento… Continuar lendo

O Olimpo vem até nós

A gente acorda, põe o despertador pra tocar dez minutinhos depois, voltamos a dormir, o despertador toca de novo, aí sim levantamos, nos espreguiçamos, vamos tomar banho, nos arrumamos, penteamos e secamos o cabelo, nos maquiamos, tentamos tirar uma foto estilo 3×4 caseira para documentação, tudo isso em uma hora e dez minutos, o que significa que saímos atrasados para o trabalho. Vamos de carro (pelo menos), cantarolando feliz e contente, observando como faz uma manhã digna de um “QUE LINDOOOOOOO!”: céu azul com as nuvens ralas formando uma fina camada no céu, uma visão que lembrou-me muito da fina camada de espuma nas águas do mar.

Continuando a saga… chegamos no trabalho, depois de enfrentar um trânsito não tão tenso assim (nenhum Zé-ruela tentou nos cortar, ainda bem!), estacionamos em uma vaguinha com sombra. Saímos do carro, pegamos o crachá e vamos caminhando tranquilamente até a entrada do edifício. Entramos, pegamos o elevador até o terceiro andar. Ao chegar, vamos caminhando pelo corredor com uma musiquinha na cabeça, dando um eventual “bom dia” à medida que encontra funcionários pelo corredor. Até que uma pessoa sai de uma das salas e nos surpreendemos com uma das visões mais lindas do corredor. Sim, ele, o rostinho bonito, tchu-tchu-quinho da mamãe, o cara mais gato do 3º andar: o Gustavo.

Então a gente encara ele por alguns milésimos de segundo, ele diz “Oi” pra gente, e a gente apenas acena com a cabeça, afinal a surpresa foi tanta que nossa voz travou. Um segundo depois que ele passa, a gente faz uma cara e soltamos uma fala muda de “OH MY GOD!!!” e seguimos felizes até nossa sala no fim do corredor.

 Aposto que lá no primeiro parágrafo ninguém imaginou que fossemos dar essa sorte toda, podem falar! 😛 Continuar lendo