Falso moralismo holandês

Em se tratando de competições, todos que participam, jogam com a intenção de ganhar. Certamente a graça da competição está no fato de não haver espaço para todos no hall dos vencedores, sendo este o combustível principal para que os competidores se esforcem, criem táticas para se destacarem.

Claro que, tendo consciência disso, e sabendo que sempre haverão mais perdedores do que vencedores, há o outro lado da competição, evidenciado talvez pelo próprio nome: o lado do “competir”, de vencer seus limites para atingir um nível mais elevado, o de se divertir e conviver, o de saber lidar com vitórias e derrotas, o de saber escolher entre “ter caráter” e “ganhar a todo custo”.

Poderíamos até considerar que uma competição é uma ótima metáfora para explicar a vida de uma maneira geral.

Sendo uma das – senão ‘a’ – competições mais importantes a nível mundial, a Copa do Mundo pode ser considerada como o símbolo de diplomacia mundial, mostrando que países de culturas diferentes se unem e convivem por causa de um esporte.

A final de ontem me fez pensar sobre pontos que eu já tinha observado antes. Obviamente estou falando da Holanda, do futebol da Holanda, especificamente. Continuar lendo

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