A homenagem que o Fittipaldi ganhou

Se eu fosse um Beatle, e se eu tocasse guitarra, eu seria com certeza o George Harrison. Apesar de a minha idolatria pelo John Lennon ser óbvia, o George conquistou minha afeição por motivos não óbvios.

Sua genialidade não era óbvia. Seu espírito de liderança não era óbvio. Sua espiritualidade não era óbvia.

Ele foi o Beatle discreto. Dá para perceber que sua personalidade o fazia ser assim por natureza. Vale lembrar que é difícil competir quando você está ao lado de figuras como John Lennon, o líder mais-que-óbvio por natureza, e Paul McCartney, o gênio óbvio por natureza.

Imagino que esse fato fez a coisa (os Beatles) funcionar. O George não precisava competir pelo holofote. Esse papel – importante pro crescimento da banda – ele deixava pro John e por Paul, que gostavam disso.

E discretamente ele foi mostrando sua genialidade através de suas composições. Também discretamente ele foi mostrando sua liderança imperceptível a olho nu. E discretamente ele foi conquistando a galera pelo mundo afora.

A espiritualidade dele também é muito cativante. Ele mostrava isso independentemente de religião: com seu otimismo. Dá pra sentir isso quando se escuta “Here Comes the Sun” ou qualquer outra música dele.

O George tinha alguns hobbies legais, por exemplo, ele gostava muito de fórmula um. E isso o fez virar amigo (brotherzão, diga-se de passagem, a ponto das famílias passarem férias juntas) do grande piloto brasileiro Continuar lendo

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Das vitórias e dos desafios

Vou contar uma história que imagino ser conhecida pela maioria. É sobre um rapaz, quase um garoto, brasileiro, humilde, simpático e talentoso, muito talentoso. Seu nome é Ayrton.

Ayrton resolveu se dedicar por inteiro ao esporte automobilístico, começando pelo kart, e evoluindo até chegar no patmar mais alto de reconhecimento, a fórmula um. Ganhar um título era muito importante para ele, era o que o motivava todos os dias quando acordava e ia treinar: era seu sonho, meta, objetivo.

Assim, eis que ele prova seu talento e a chance de ser campeão finalmente bate à sua porta. Na corrida de classificação, Ayrton consegue a pole position, largando em primeiro. Ele estava quase lá, e seu sonho estava a um passo da realidade.

Então, no dia do grande prêmio, lá está ele, largando em primero, confiante, feliz, quase nem acreditando. E é dada a largada. Vejam o que acontece (só precisa ver até os primeiros 50 segundos):

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F1 e suas decisões!

Depois do que aconteceu ontem na F1 não assisto mais a ela. Acordar 9h e de vez em quando ficar acordado para ver um rádio determinar a vitória? E não é só por isso, já vivemos o Cingapura Gate, vimos Schumi Vigarista (embora ele seja meu ídolo, ele era um Dick Vigarista de primeira). Desculpe os amantes, mas a F1 que vá a falência. Meu sono vale mais do que isso! E quer saber? Vamos fazer a comunidade: “Não compro mais a minha Ferrari!” AuAHuhahAuaHUAH