Sobre ídolos e heróis

Domingo agora eu estava andando de carro com meu irmão à noite e ouvindo a Kiss FM no rádio. Tava tocando um combo de musicas do Dio na hora. A gente tava super curtindo, até que meu irmão comentou que ele estava doente, com câncer. Não imaginávamos que ele tinha falecido.

Daí ele me falou isso na segunda à noite, na hora eu lembrei do Edu Falaschi, do Angra. Ele tinha o Dio como sua maior influência. Fui pra internet olhar as matérias, confesso que fiquei um tanto chocada com a notícia.

Eu não conhecia muito sobre o Dio, só sabia que ele cantava pra cachorro (gírias idosas, pra não falar palavrão, haha), o que eu concluí ao ouvir músicas dele. Sabia que ele tinha alguma coisa a ver com o Black Sabbath e que era um ícone importante. Agora aprendi mais coisas sobre ele, hehe: ele foi do Black Sabbath por um tempo, tocou com Ritchie Blackmore, guitarra lendária do Deep Purple e foi o responsável por popularizar aquele símbolo que fazemos com as mãos em shows de rock dos chifrinhos, \,,/.

Enfim, eu não sou fan dele nem nada, apenas admiro seu trabalho e seu talento. Mas confesso que me emocionei ao ver a mobilização de toda essa gente, famosos e não famosos, publicando mensagens expressando seus mais profundos sentimentos de admiração, tristeza e gratidão. Achei bonito, sincero.

Lembrei de uma frase de Mokiti Okada, filósofo japonês, que fala sobre não almejarmos viver para sermos importantes, e sim para despertarmos a gratidão no coração das pessoas. Ver essa mobilização do Dio me fez sentir isso. Pelo que li, o cara foi uma grande inspiração pra muita gente que hoje serve de inspiração pra gente. Continuar lendo

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