O Olimpo vem até nós

A gente acorda, põe o despertador pra tocar dez minutinhos depois, voltamos a dormir, o despertador toca de novo, aí sim levantamos, nos espreguiçamos, vamos tomar banho, nos arrumamos, penteamos e secamos o cabelo, nos maquiamos, tentamos tirar uma foto estilo 3×4 caseira para documentação, tudo isso em uma hora e dez minutos, o que significa que saímos atrasados para o trabalho. Vamos de carro (pelo menos), cantarolando feliz e contente, observando como faz uma manhã digna de um “QUE LINDOOOOOOO!”: céu azul com as nuvens ralas formando uma fina camada no céu, uma visão que lembrou-me muito da fina camada de espuma nas águas do mar.

Continuando a saga… chegamos no trabalho, depois de enfrentar um trânsito não tão tenso assim (nenhum Zé-ruela tentou nos cortar, ainda bem!), estacionamos em uma vaguinha com sombra. Saímos do carro, pegamos o crachá e vamos caminhando tranquilamente até a entrada do edifício. Entramos, pegamos o elevador até o terceiro andar. Ao chegar, vamos caminhando pelo corredor com uma musiquinha na cabeça, dando um eventual “bom dia” à medida que encontra funcionários pelo corredor. Até que uma pessoa sai de uma das salas e nos surpreendemos com uma das visões mais lindas do corredor. Sim, ele, o rostinho bonito, tchu-tchu-quinho da mamãe, o cara mais gato do 3º andar: o Gustavo.

Então a gente encara ele por alguns milésimos de segundo, ele diz “Oi” pra gente, e a gente apenas acena com a cabeça, afinal a surpresa foi tanta que nossa voz travou. Um segundo depois que ele passa, a gente faz uma cara e soltamos uma fala muda de “OH MY GOD!!!” e seguimos felizes até nossa sala no fim do corredor.

 Aposto que lá no primeiro parágrafo ninguém imaginou que fossemos dar essa sorte toda, podem falar! 😛 Continuar lendo

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