A vida e a poesia.

Por quê?

O que quer esse ser?

Perguntas perdidas no vazio.

Tão vazio quanto um quê

Então me diga, leitor, por quê?

 

Sem significado, vida vazia

sem significância essa poesia

Só dá sentido a denotação

quando torna-se conotação

 

Então vai leitor,

carregue-se de poesia

Engula goles de vida,

sirva-se do que há de melhor

amor, paixão, viver, prazer.

 

Não deixe aconselhar-te o José

Se nem mesmo ele sabe o que quer

A desilusão venceu a paixão

Entretanto, vencerá a maldade

aquelas estrofes cheias de vontade

E agora José?

 

Não deixe que pessoas vazias

sequem tua poesia,

não deixe a conotação vencer

a denotação.

E agora José?

 

Agora deixe o vazio no vácuo.

Preencha a vida de poesia

Só ela é capaz de transformar

uma transa em amar

Só ela é capaz de transformar

problemas em desafios

 

E agora José, você sabia?

Sim! Viva sua Poesia.

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A voz do Samba

Pandeiro, só no batuque. Melodias simples, letras expressivas.

Cavaquinho, bumbo, tamborim. Também piano, violino, e flauta. Até caixinha de fósforos vale, ou qualquer coisa que faça som. O lance é batucar com sentimento.

Samba é sentimento puro. Mas sempre positivo, mesmo com melodias e letras melancólicas – se é que é possível…

E é.

É acolhedor e sarcástico. É a melodia do avô.

Os corações normais fazem tu-tum. Tu-tum.

O Brasil, com seu formato de coração, faz tu-qui-ti-co tu-qui-ti-co tu-qui-ti-co

😀

Dá um desconto e facilita a minha vida na parte da sonoplastia hauhauha!

Ao som de Zeca Pagodinho

Thanks God it’s Monday

É segunda feira, AÊ! E nada de garfield feelings hoje, por favor. O dia tá lindo, tá sol, não tá tão frio, é clima ideal para tomar sorvete, as lojas estão em liquidação e tem promoção no cinemark. AÊ!

Um dos meus chefes acabou de chegar aqui com fotos de seu filhinho que nasceu semana passada. Viu, o dia está conspirando o compartilhamento do bom humor. 😀

Um haikai pra comemorar:

 Os ventos passeiam como mensageiros,

Indo dos Alpes aos celeiros,

Espalhando por aí os bons intentos.

Até os Beatles estão comemorando, haha. Só pra constar, há exatamente 49 anos, em 2 de agosto de 1961, os Beatles se apresentaram pela primeira vez no Cavern Club, famoso pub de Liverpool. Foi aí que conheceram Brian Epstein, lendário empresário que os ajudou a ser o que são hoje. Não que vocês queiram saber disso, mas considerem minha intenção de compartilhar, hahaha! 😀

Cadê os diamantes?

Gente, como o ermo está ermo hein… Mas isso tem uma explicação, afinal de contas estamos estudando feito dois nerds que reamente estudam ao invés de ficarem só na picaretagem. 😛

O Haikai que era pra ter sido postado na segunda-feira 😀

palavras envolvidas por sinceridade

fazem ressurgir

o brilho de diamante dos olhos

Você já se perguntou cadê os seus diamantes?

Here comes the sun…tchu ru ru ruuu

Mais uma semana que se inicia…dessa vez sem haikai, mas ainda com poesia.

Bom dia galerinha! 😀

De olhos fechado,

a Deus entrego meu ar preocupado;

Ao abri-los, ouço os acordes

por George tocados

dizendo “aqui vem o sol”

que como um sinal

guia, inspira e conforta

e antes do acorde final,

it’s all right.

Essa é a hora!

Incrível como as vezes temos medo de tomar um rumo na vida com medo de escolher o caminho errado. Mas como diz meu avô, “o medo de errar tira o tensão de vencer”.

Assim como no fundo de um poço há água.

No fundo da alma existe a fé.

Deixe o medo de lado, coragem! Jogue o balde!

Boa semana procês.

Ondas que trazem presentes

O ócio acabou. A greve acabou. A aula voltou.

Os professores voltaram. Os servidores não. E agora José?

Resumo da semana: com o fim da greve da UnB, eles socaram (desculpe pelo vocabulário, é que esse é bem eloquente) conteúdo na gente! Resultado: mente ocupada demais com coisas acadêmicas demais, que não sobra um espacinho pra desenvolver textos pro ermo.

Mas, há sempre esperança. Talvez se espremermos a cabeça saia algum sumo, né? 😛

 

 

Haikaizitcho pra galeritcha: 

As ondas do mar que vem e vão

Num momento deixam a areia

Depois, com belas conchas voltarão.

Beijos!

Dê 50 reais, mas não dê intimidade

Intimidade é um monte de dejetos fecais – já dizia a filosofia de rua

Que buscou expressar, através desse pensamento

A possível evolução das relações sociais.

No ato de se apresentar a alguém

A boa aparência faz seu filme

A boa educação gera elogios

E sua simpatia consolida o projeto de futura amizade.

Anos se passam

E pouco importa se seu cabelo está um fuá

Se repentinamente sobe um cheiro desagradável ao seu redor

Ou se você se enerva por comerem da sua batatinha do Mc Donald’s,

E sai perguntando irascivelmente por aí se as pessoas têm copo.

Não tem copo? Bem… pobre de você.

Olhando assim, você pode achar ruim

Que os anos tenham se passado;

Ou sentir saudade do momento em que se conheceram

Onde tudo cheirava como flores num jardim.

Bem, olhe por um outro ângulo:

Apesar de tudo estar cheirando como bom-ar agora

É meio impossível encontrar falsidade

Em alguém capaz de contar detalhes

Do copinho que utilizou

No exame que realizou

– sim, aquele mesmo não muito agradável

Unanimemente não reprovável,

Envolvendo novamente

Os mesmos dejetos mencionados

Na filosofia de rua aparente.