O poder das fotos

A tecnologia transformou totalmente a forma de vermos o mundo. Creio que nem posso dizer que tenha transformado, acho que foi apenas um telescópio ampliando nossa visão.

A ascensão de redes sociais e a popularização de máquinas fotográficas nos trouxeram uma perspectiva de vida peculiar: a especulação por trás das fotos.

Como assim????

Geralmente quando olho para uma foto, penso no que estava acontecendo naquele momento, e creio que todo mundo faz do mesmo jeito. Por exemplo, o que a garota da foto estava fazendo ao ser clicada? Quando vejo as fotos de uma festa, é como se fosse várias cenas de um filme, cada uma com o seu teor e todas ajudassem a contar uma história. Uma história que é única, que apenas eu imagino daquele jeito.

O que acontece hoje com as redes sociais é que somos como editores de um filme. Colocamos as fotos que nos interessam, pois elas contam uma história. E o que você deseja? Uma comédia, um drama, uma tragédia, uma pornochanchada? As fotos que você seleciona, vão contar uma história e a ordem e os tipos de fotos vão montando um quebra-cabeças até montar o filme.

Bem, quando se monta um álbum com várias fotos, com certeza é fácil montar o filme e fazer com que todos entendam o que aconteceu. Entretanto quando colocamos apenas uma foto, qual é o mundo de interpretações que podemos fazer com apenas uma foto?

Hoje em dia escrevemos, pintamos, amamos sem saber a mensagem que queremos passar ao mundo. O mesmo serve para as fotos. Tiramos fotos e publicamos na internet sem saber qual o sentido daquilo. Realmente, desprezamos o poder das fotos.

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O motivo da separação

Tenho pena da Yoko… Afinal de contas, ela é sempre tida como a grande culpada por tudo. Sim, a Yoko em questão é a Ono, e o “tudo” do “culpada por tudo” é a separação dos Beatles.

Eu, como Beatlemaníaca que sou, não acho que ela foi a grande culpada não. Existe um fator na lei da natureza que eu demorei a entender, mas depois que percebi, as coisas se tornaram um pouco claras. Agora é possível enxergar isso em vários contextos diferentes.

Os Beatles começaram como várias outras bandas também começaram naquela época: um empresário os adotou e começou a trabalhar em sua promoção. Porém, a grande diferença deles para as várias outras bandas era a essência e a atitude: eles queriam ser famosos, mas adotavam uma postura de piada, descontraída, com relação a isso; eles queriam ganhar dinheiro, mas a ostentação não tinha espaço no coração deles; eles não tinham medo de inovar e sempre buscavam ser melhores músicos. Ah, e acima de tudo, eles eram muito unidos.

Juntando tudo isso, temos Continuar lendo

Dançando na chuva

Na tentativa de ser uma boa escritora, levou algum tempo para eu perceber algo importante. Obviamente a grande meta é ser reconhecida por isso; mais óbvio ainda é saber que essa meta só será atingida depois de certo tempo de prática. Até lá, terei minha oportunidade de escrever todos os meus textos ruins para, então, registrar os bons.

Voltando ao algo importante, sim… percebi que mais importante do que atingir a minha meta é saber reconhecer os textos bons das outras pessoas. Além de ser um treino de humildade, é um fato que, de alguma maneira, envolve a natureza humana: é impossível se atingir o nível máximo de algo; sempre há mais um degrau a subir, e o verdadeiro expert é aquele que nunca para de subir. Em outras palavras, se sempre há mais um degrau, sempre há alguém melhor do que nós.

Com essa idéia, decidi compartilhar um mini-texto que, apesar da extrema objetividade, é um dos textos mais perfeitos que eu já li. É de autoria desconhecida, mas aposto que a pessoa que disse (ou escreveu) isso é um grande sábio. Leia, e entenderá o porquê. 🙂

“Viver não é esperar a tempestade passar; é aprender a dançar na chuva.”

Vamos todos dançar na chuva, porque é algo realmente divertido de se fazer! 😀