E agora Joaquim?

Era uma vez um governante. O nome dele era Joaquim Doriz, tinha fazendas, várias cabeças de gado. Ele governava uma terra sem lei. Apesar de dizer que ama a cidade, não mora nela. Mesmo assim insistia em dar lotes, dava pão, dava leite fabricados em sua própria fazenda, custeadas pelo quadrado, mas só dava para os mais necessitados (leia-se pobres ou miseráveis).

Certa vez, conversando com seus aliados numa sala gravada por câmeras devidamente custeadas pelo “quadrado”, ele falou sobre educação.

Dou pão e leite. Isso é que o povo precisa pra crescer. Educação só faz o povo ter crítica e isso não é boa coisa para as eleições no futuro.

Certo dia um palhaço se candidatou, um candidato SEM educação. Não é que o palhaço ganhou. O palhaço saiu do povo, do mesmo povo que o governador não quis dar educação. Se o governador tivesse proporcionado o dom da crítica as pessoas, quem sabe ele não perderia para alguém mais preparado. Pior do que perder é ser humilhado. Palhaçada, né?

E agora Joaquim?

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