Lembranças Literárias

Desde pequena eu sempre gostei de livros. Algo neles me fascinava, não sei explicar exatamente o que. Talvez sua aparência, a arte da capa, o ar misterioso ou a maneira como eles ficam enfileirados na estante.

Porém, apesar de gostar de livros, eu tinha certa preguiça de ler. Pois é, eu sempre quis ler livros grandes, mas ao olhar para a grossura da quantidade de páginas, batia um desânimo assustador. Inexplicável.

Lembro que na minha 6ª série, aos 11 anos, eu adorava ler uns livros de uma coleção chamada “A Turma dos Tigres”. Eram historinhas de mistério e aventura com uma pitada de comédia. Nossa, como eu amava aquilo! O legal desses livros é que tinha, ao final de cada capítulo, uma pergunta para você responder; e para verificar a resposta, tinha que passar um decodificador que vinha no livro – era uma maneira de você participar do mistério também (nerds, pode falar, hahahaha).

Só que esses livros tinham umas 40, 50 páginas no máximo, hahaha. Juro, na época eu achava Harry Potter e a Pedra Filosofal um livro abisalmente enorme.

 Tenso.

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Depoimentos MPU

Entrei num fórum sobre concursos públicos e coletei as histórias (na minha opinião) mais hilárias. Resolvi postar aqui:

Na minha sala teve um cara que levou uma coca cola 600 ml e uns dois pacotes de skiny, daí o imbecil foi abrir o refrigerante, e parece que não estava muito gelado, porque com a pressão do gás o refrigerante do cara derramou quase todo na folha de respostas, deu um banho na coitada a frente e a fiscal que estava perto tentou socorrer o pobre. Não deu tempo, inutilizou o gabarito!
Nisso um gaiato grita lá do fundo: “MENOS UM!!!”
O cara ficou furioso, e saiu resmungando: “Tem gente que gosta de sorrir da desgraça alheia.”
A minha fiscal era mó gatinha, a concorrência feminina contratou várias pra desclassificarem os homens. Fiquei imaginando ela sentando no meu colo e não consegui fazer a prova direito… quase dissertei sobre ela na minha redação.

Não é em qualquer lugar do mundo

Não é em qualquer lugar do mundo que tem isso. Não é em qualquer lugar onde você acorda e vê um céu azul tão azul que hipnotiza o olhar. Não é em qualquer lugar onde você passeia de carro e vê uma mistura harmoniosa de árvores bonitas, grama verdinha, asfalto, carros e prédios. Não é em qualquer lugar onde você acorda pela manhã, vai até o eixão norte e vê isso: Continuar lendo

Desabafo Político

Hoje eu fui abordada na rua e fizeram uma pesquisa política comigo. Achei engraçado, afinal só o que me ocorreu na mente foi que sempre quando eu via essas pesquisas políticas por aí, eu sempre dizia: “isso é feito apenas com uma parcela pequena da população, não podemos levar isso como lei”.

Bem, pensando na estatística, to começando a perceber a minha responsabilidade em responder essa pesquisa. Afinal, eu to representando uma porção da população brasileira todinha.

E é justamente a porção dos alienados, eu diria – infelizmente.

Sim, hoje eu vi Continuar lendo

Quero meu dinheiro de volta!

Estou lendo um livro chamado “O Andar do Bêbado”. Esse livro fala sobre a aleatoriedade das coisas na vida, mostrando como existem padrões em processos aleatórios, e como há aleatoriedade em algo aparentemente padrão.
Bem, estava conversando com a Lu, e ela me falou sobre o Ipod Shuffle, aquele que se utiliza de um processo aleatório na escolha das músicas.

Desabafo of Mercy

Gente, eu tava pirando. Já tava quase rasgando meu diploma de inglês e indo aprender tudo de novo, porque não era possível. Vou desabafar.

O que rolou foi que nessa ultima semana eu fui completamente cativada por uma banda nova que surgiu por ai. A banda se chama ‘Fistful of Mercy’ e é formada por Dhani Harrison, Ben Harper e Joseph Arthur. Sim, Dhani Harrison é filho dele, o grande, onipresente, George Harrison.

Enfim, eu ouvi uma música e desde a primeira vez ela teve um efeito quase que mágico em minha pessoa. Melodia bonita, suave mas com presença forte, letra intrigante.

Intrigante.

Letra intrigante.

Põe intrigante nisso, pqp! Continuar lendo

Importância da Beleza (1)

Estória que recebi pelo e-mail. Vale a pena ler para entender a importância da beleza na nossa vida!
Curicúlo Vitai
Presado Cenhor,
Quero candidatarme pra o lugar de ceqretária que vi no jornau.
Eu teclo muito de pressa con um dedo e fasso contas ben.
Axo que sou boa ao tefone  em bora  seija uma peçoa sem muito extudo.
O meu salario tá aberto há discução pra que o senhor possa ver o que mi pode pagar
e o Cenhor axar qui eu meresso.
Pósso comessar imediatamente. Agradessida em avanso pela sua resposta.
Cinceramente,
Catia Vanessa Silva
PS: Como o meu Curicúlo é muinto piqueno, abaicho tem 1 foto minha.

Importância da beleza (2)

Pete Best é filho de Mona Best, proprietária do Casbah Club, que funcionava no sótão de sua casa em Liverpool, lugar em que tocavam os Beatles, Pete foi convidado a integrar-se ao grupo em 1959.
Best foi despedido pelo empresário dos Beatles, Brian Epstein. A razão foi que George Martin, produtor do grupo, estava insatisfeito com o modo dele tocar bateria. Martin já havia tentado substituí-lo durante as gravações. Primeiro, Martin o substituiu por um baterista de estúdio, Andy White, na primeira sessão para a gravação da música “Love me do”.
Pete Best chegou a gravar com os Beatles uma versão de “Love me Do” em 6 de junho de 1962, que foi lançada no álbum Anthology, assim como participou das gravações feitas em 1 de janeiro de 1962 para a gravadora Decca, que também constam no álbum “Anthology 1”.