Teorema de Euler

Eu sei que o estatístico/matemático aqui é o Euler, mas venho informar-lhes que fui eu quem descobriu o Teorema de Euler (escreve-se “Euler”, mas lê-se “Hóiler” ta?) .

Imagino que vocês estão se perguntando “mas como, Lu?”. Primeiro, nada de “como Lu”, e segundo, foi tudo culpa do Acaso. Acaso é um cara super gente boa que encontrei na rua um dia desses. Estávamos conversando sobre o céu, a terra, o universo, Deus, a galáxia, os Beatles, a ontologia do ser, a natureza, … , até que chegamos a uma questão incógnita.

Eu lhe perguntei: “Da onde você veio, Acaso?”

Ele ficou por um momento calado. Hesitou ao abrir a boca e tentar responder, mas se decidiu pelo silêncio. Encarou-me por um instante, e então disse, revelando uma seriedade inédita em sua voz:

“Você sabe da onde vem Deus? Creio que não. Eu sou aquele que ninguém pode controlar, aquele que simplesmente Continuar lendo

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Estaticando!

Hoje resolvi escrever sobre estatística. Pra quem não sabe, sou formado nisso, na verdade dizem que sou bacharel em estatística. Todo mundo acha bonito esse nome BACHAREL, mas poucas pessoas sabem que o bacharel em alguns países é um grau dado as pessoas que concluem o primeiro ciclo de ensino superior. Após isso, podem concluir o estágio seguinte que é o grau de Licenciado. Já no Brasil é: Licenciatura → Estágio → Bacharel.
Sobre a estatística, queria falar sobre a normal. Anormal?!? Nãoooo!!! Sobre a distribuição NORMAL. Mas o que é/seria isso? De forma bem simples, é uma distribuição de probabilidade utilizada na maioria das aplicações estatísticas.

A homenagem que o Fittipaldi ganhou

Se eu fosse um Beatle, e se eu tocasse guitarra, eu seria com certeza o George Harrison. Apesar de a minha idolatria pelo John Lennon ser óbvia, o George conquistou minha afeição por motivos não óbvios.

Sua genialidade não era óbvia. Seu espírito de liderança não era óbvio. Sua espiritualidade não era óbvia.

Ele foi o Beatle discreto. Dá para perceber que sua personalidade o fazia ser assim por natureza. Vale lembrar que é difícil competir quando você está ao lado de figuras como John Lennon, o líder mais-que-óbvio por natureza, e Paul McCartney, o gênio óbvio por natureza.

Imagino que esse fato fez a coisa (os Beatles) funcionar. O George não precisava competir pelo holofote. Esse papel – importante pro crescimento da banda – ele deixava pro John e por Paul, que gostavam disso.

E discretamente ele foi mostrando sua genialidade através de suas composições. Também discretamente ele foi mostrando sua liderança imperceptível a olho nu. E discretamente ele foi conquistando a galera pelo mundo afora.

A espiritualidade dele também é muito cativante. Ele mostrava isso independentemente de religião: com seu otimismo. Dá pra sentir isso quando se escuta “Here Comes the Sun” ou qualquer outra música dele.

O George tinha alguns hobbies legais, por exemplo, ele gostava muito de fórmula um. E isso o fez virar amigo (brotherzão, diga-se de passagem, a ponto das famílias passarem férias juntas) do grande piloto brasileiro Continuar lendo

Os livros e suas dedicatórias

Oi gente! Dessa vez eu não venho escrever post nenhum! Venho apenas apresentar um post interessante que a minha amiga Jana escreveu como colaboração pro Ermo!

É, o Ermo adora colaborações interessantes! Se você quiser, vem ser mu amigo e me cative, quem sabe eu não permito também? Hauhauhuha! =P

Com vocês…Jana!

Fui convidada pela Lulu para fazer um post para o Ermo. Então, senta que lá vem história 😉

 Ano passado, estava fazendo um trabalho para a faculdade e peguei vários livros na biblioteca. Pra minha surpresa, ao abrir um dos livros, encontrei a seguinte dedicatória:

 

“À querida amiga Eliana, que muito me recorda o início dos anos 70, quando começávamos o Mestrado em Economia. Com a certeza de que o Brasil ganhará muito com o seu regresso. Um abraço afetuoso do X (não consegui decifrar a assinatura). Brasília, 11 de março de 86 (pelo menos eu acho que é 86…)” Continuar lendo

Copos vazios

Já falamos nesse blog sobre copos meio cheios e meio vazios.

Realmente, às vezes bate uma puta duma indecisão a ponto de não sabermos distinguir um do outro; ou melhor, a ponto de não conseguirmos nos decidir por uma definição.

Entretanto, porém, todavia, seja meio-cheio ou meio-vazio, uma hora esse copo acaba enchendo de vez. Até que as pontes de hidrogênio não aguentam mais segurar a barra na bordinha do copo, e escorre um mundo de gotas. Continuar lendo

Amanhã estaremos juntos!

Fim de namoro! Ultimamente o que mais ouço das mulheres é sobre os comentários finais de um namoro. A coisa que mais ouça delas é: “Ele me disse que era jovem demais, que precisava curtir a vida. Mas ainda sim nós nos casaríamos.”
Me pergunto a quem o mané quer enganar? Dizer para uma mulher que no futuro vocês irão se casar é como dizer: “Minha querida, a vida de solteiro é muito mais interessante do que você. No dia que eu me cansar dessa putaria toda, te dou um chance de ficarmos juntos, ok?” Será que alguma mulher acredita nisso? (Pergunta retórica!)
Como diz uma amiga minha: “Pra que falar de futuro, se você não está preparado para o presente?”
Semanas depois, ela, feliz da vida, aparece com um cara mais velho. O mancebo então olha para ela e pensa: “Meu casamento acabou!”
Para quem pensa no futuro e não constrói um presente, só resta o passado.
Então vai a dica: Seja homem e diga a verdade! O fato é que você já não aguenta mais ficar com a pessoa então cai fora.
Se por acaso você é um mané convicto, então vai o bizu: Minta e diga que não aguenta mais ficar com a pessoa. E por favor: Caia fora!

Situações da vida

Estava na empresa da minha mãe resolvendo alguns problemas técnicos. Estou dentro da sala da chefe, com a porta aberta, ouvindo a conversa do lado de fora. Minha mãe tem quatro funcionários, sendo três mulheres e um homem. Bem, homem é um mode dizer, ele ainda é um garoto com sua primeira oportunidade de emprego.

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Eclipse

Esse é o post #100 do Ermo! Aêêêê! \o/

Um dia, há algum tempo atrás, um amigo veio partilhar uma reflexão que ele fez. Havia uma xícara de café vazia em cima da mesa. Ele então pegou a xícara e a tampou com as mãos. Me perguntou:

“O que tem na xícara?”

Eu, imaginando o que viria a seguir, respondi o óbvio:

“Nada.”

Ele então destampou a xícara, e novamente me perguntou:

“E agora? O que tem na xícara?”

Eu, com o mesmo olhar de “duh”, respondi pacientemente, imaginando o que viria a seguir:

“Nada ainda.” Dei uma risadinha nervosa, afinal eu não consigo ficar séria por muito tempo, hehehe.

Ele então deu um olhar com um certo brilho de “fiz uma descoberta genial”, e me fez a terceira pergunta:

“Qual é a diferença entre a xícara tapada e ela destampada?”

Eu respondi:

“Ahn… É possível ver o que tem na xícara destampada, e na tampada não?”

Finalmente, ele disse: Continuar lendo

Roriz e Branca de Neve no BBB11

Aqui vai o prieiro texto do desafio de micro-contos (você escolhe o tema, os personagens e o cenário e  gente cria um texto de até 1024 caracteres! Entenda melhor aqui).

Depois de reprovar o teste da ficha limpa, Roriz decide mudar o foco. Ele sempre gostou de se aparecer, seja assassinando a língua ou instalando o regime do cão no DF. Daí ele foi pro BBB11. Chegando lá, ele começou a investir em outras habilidades: a de cantar.

Tio Roriz escolheu uma jovem e pequena moça, com cabelos negros e lisos e a pele branca como a neve, para treinar sua habilidade. O nome dela era Branca de Neve.  

Suas cantadas eram definitivamente uma castastrófe…castatrosfe……catástrofe (ufa). A justificativa das investidas é que ele queria ganhar mais votos. É a vida, difícil desacostumar com certas coisas.

Eis que tio Roriz vai pro paredão, justamente com sua querida Branca de Neve. Até porque, convenhamos, ela não era nenhuma maravilha de companhia: não podia ver uma maçã que dava uma mordida e desmaiava. Ninguém agüentava mais esses pt’s de maçã da Branca de Neve, principalmente o tio Roriz. De tanto PT que ela dava, ele foi ficando vermelho de raiva e o pessoal da casa não agüentava mais.

Enfim, eis que no paredão tio Roriz se esforçou e pediu ajuda do público só pra ganhar mais votos. Ô dó: o coitado só não lembrou que quem ganha mais votos SAI do BBB.

É, difícil desacostumar com certas coisas.

(1019 caracteres – sem espaços)