NO STRESS

Meio dia, quarta-feira, estava vindo para o trabalho, feliz, cantando, quando resolvo me posicionar na pista a esquerda. Olho pelo retrovisor e vejo, a aproximadamente 100 metros de distância, uma van escolar vindo em alta velocidade, nisso ouço um barulho de freada muito forte. Olho novamente pelo retrovisor, após o veículo escolar estar completamente parada, e me deparo com a motorista da van gesticulando, dando dedo, xingando. No momento até me assustei, mas a música estava tão boa que resolvi ignorá-la e continuar cantando. A via liberou logo em seguida, quando ouço: “SEU BARBEIIIIIIIROOOOOOOO!!!!!!!!”
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Jabulani

Imagino que muitos já saibam que a Adidas fez uma bola especial para a copa do mundo, e a batizou de Jabulani.

Porém, parece que a tecnologia empregada na nova bola não foi do agrado de alguns jogadores, como um dos membros do Triunvirato, Júlio César. De acordo com o site da Folha, ele disse que “a bola é horrorosas”. Sim, você leu certo e eu não escrevi errado, tá lá, registrado, ele disse que ela é “horrorosas”. A questão que fica é se o redator do site da folha tem sérias problema do concordâncias, ou se a pessoa não prestou atenção na hora de acrescentar o comentário dele à notícia, ou ainda se ele quis dar uma indireta ao JC sobre sua dificuldade gramatical.

 Críticas à parte, ele disse que a bola é horrível, pois é como aquelas de supermercado. Lembrei daquelas bolas de EVA leves, que a gente costumava jogar três cortes no colégio. Elas eram boas pra tacar uma cortada, afinal não era preciso empregar muita força.

Os jogadores imaginam que essa leveza da bola é intencional: os organizadores da copa esperam mais gols, na opinião deles. O que não é nada bom para o goleiro, naturalmente.

Mas eu acho que o Robinho ficou com medinho…

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Pra você ver como são as coisas

Pra você ver como as coisas são. Estava eu indo ao mercado em pleno meio da tarde, um big sol de rachar no céu e um calor imenso envolvendo as pessoas.

Entro no mercado me sentindo meio tonta, imaginando em algo que eu pudesse comer para me deixar melhor.  Mas tudo que eu via não me apetecia. Peguei as coisas que eu ia comprar e me dirigi ao caixa. No caminho, passo por um freezer da Kibon, que me faz parar e pegar um suculento frutare de limão. Quer coisa melhor do que frutare de limão no calor do cão? Sério, uma demonstração simples de felicidade!

Nisso passo a me sentir beeeem melhor,  e vou para o caixa, passo minhas compras e pago, tudo com uma mão só porque a outra estava segurando o picolé.

Saio do mercado, coloco o óculos de sol e me dirijo ao carro prateado, sorrindo agradecida por estar tomando aquele picolé mara. No que paro em frente a porta do motorista, Continuar lendo

O Olimpo vem até nós

A gente acorda, põe o despertador pra tocar dez minutinhos depois, voltamos a dormir, o despertador toca de novo, aí sim levantamos, nos espreguiçamos, vamos tomar banho, nos arrumamos, penteamos e secamos o cabelo, nos maquiamos, tentamos tirar uma foto estilo 3×4 caseira para documentação, tudo isso em uma hora e dez minutos, o que significa que saímos atrasados para o trabalho. Vamos de carro (pelo menos), cantarolando feliz e contente, observando como faz uma manhã digna de um “QUE LINDOOOOOOO!”: céu azul com as nuvens ralas formando uma fina camada no céu, uma visão que lembrou-me muito da fina camada de espuma nas águas do mar.

Continuando a saga… chegamos no trabalho, depois de enfrentar um trânsito não tão tenso assim (nenhum Zé-ruela tentou nos cortar, ainda bem!), estacionamos em uma vaguinha com sombra. Saímos do carro, pegamos o crachá e vamos caminhando tranquilamente até a entrada do edifício. Entramos, pegamos o elevador até o terceiro andar. Ao chegar, vamos caminhando pelo corredor com uma musiquinha na cabeça, dando um eventual “bom dia” à medida que encontra funcionários pelo corredor. Até que uma pessoa sai de uma das salas e nos surpreendemos com uma das visões mais lindas do corredor. Sim, ele, o rostinho bonito, tchu-tchu-quinho da mamãe, o cara mais gato do 3º andar: o Gustavo.

Então a gente encara ele por alguns milésimos de segundo, ele diz “Oi” pra gente, e a gente apenas acena com a cabeça, afinal a surpresa foi tanta que nossa voz travou. Um segundo depois que ele passa, a gente faz uma cara e soltamos uma fala muda de “OH MY GOD!!!” e seguimos felizes até nossa sala no fim do corredor.

 Aposto que lá no primeiro parágrafo ninguém imaginou que fossemos dar essa sorte toda, podem falar! 😛 Continuar lendo

Hoje vou dar o Gás!

Hoje Brasília parou!!! O posto Jarjour, localizado na 206 Norte, fez uma promoção hoje com o litro da gasolina custando R$ 1,59. Nem a pinga é tão barata, quero dizer… o álcool. Para você entender, o litro da Gasolina é R$ 2,79. Bem roubei uma foto do twitter da minha amiga Alice, pra que entendam a situação.

A foto foi tirada da quadra 212 Norte, o posto é na 206 Norte, e parece que a fila foi além da quadra 215 norte. Lembrando que cada quadra em Brasília tem aproximadamente meio quilometro. O que me surpreende é uma pessoa ficar numa fila durante horas pra abastecer por esse preço? Embora esteja barato não está de graça. Fiz umas contas rápidas: Minha hora trabalhada custa R$ 30,00. Se eu fico uma hora nessa fila teria de economizar pelo menos esse valor, certo? Acontece que pelo tamanho da fila, com certeza, algumas pessoas passaram mais de uma hora na fila. Sendo assim, se eu passasse 2 horas na fila, significa que poderia ganhar R$ 60,00 trabalhando. Dessa forma, quando vi o engarrafamento, pensei, VOU DAR O GÁS no trabalho. Abasteci 50 paus e fui pra lá mais cedo. Ganhei R$ 60,00 nas duas horas trabalhadas pela manhã, ou seja, ainda fiquei com um lucro de R$ 10,00. Agora à tarde sairei mais cedo e poderei ir tomar um sorvete enquanto todos estarão trabalhando, afinal perderam duas horas para abastecer mais barato.

Here comes the sun…tchu ru ru ruuu

Mais uma semana que se inicia…dessa vez sem haikai, mas ainda com poesia.

Bom dia galerinha! 😀

De olhos fechado,

a Deus entrego meu ar preocupado;

Ao abri-los, ouço os acordes

por George tocados

dizendo “aqui vem o sol”

que como um sinal

guia, inspira e conforta

e antes do acorde final,

it’s all right.

Sobre ídolos e heróis

Domingo agora eu estava andando de carro com meu irmão à noite e ouvindo a Kiss FM no rádio. Tava tocando um combo de musicas do Dio na hora. A gente tava super curtindo, até que meu irmão comentou que ele estava doente, com câncer. Não imaginávamos que ele tinha falecido.

Daí ele me falou isso na segunda à noite, na hora eu lembrei do Edu Falaschi, do Angra. Ele tinha o Dio como sua maior influência. Fui pra internet olhar as matérias, confesso que fiquei um tanto chocada com a notícia.

Eu não conhecia muito sobre o Dio, só sabia que ele cantava pra cachorro (gírias idosas, pra não falar palavrão, haha), o que eu concluí ao ouvir músicas dele. Sabia que ele tinha alguma coisa a ver com o Black Sabbath e que era um ícone importante. Agora aprendi mais coisas sobre ele, hehe: ele foi do Black Sabbath por um tempo, tocou com Ritchie Blackmore, guitarra lendária do Deep Purple e foi o responsável por popularizar aquele símbolo que fazemos com as mãos em shows de rock dos chifrinhos, \,,/.

Enfim, eu não sou fan dele nem nada, apenas admiro seu trabalho e seu talento. Mas confesso que me emocionei ao ver a mobilização de toda essa gente, famosos e não famosos, publicando mensagens expressando seus mais profundos sentimentos de admiração, tristeza e gratidão. Achei bonito, sincero.

Lembrei de uma frase de Mokiti Okada, filósofo japonês, que fala sobre não almejarmos viver para sermos importantes, e sim para despertarmos a gratidão no coração das pessoas. Ver essa mobilização do Dio me fez sentir isso. Pelo que li, o cara foi uma grande inspiração pra muita gente que hoje serve de inspiração pra gente. Continuar lendo