Cultivando para colher

A semente que a terra guarda
Quando cultivada
Origina a mais estrondosa das árvores

Um haikai de leves pra encerrar a semana. Ê semana que passou rápido, ao mesmo tempo que passou devagar…

Têm coisas boas vindo por aí, se preparem! Hoje estreia Homem de Ferro 2 no cinema, e a copa do mundo tá chegando. Adoro bagunça de copa com a galera reunida, hahaha. Já to me preparando e tentando compreender as regras de um jogo de futebol. 😛

Sim, estou adotando uma postura humilde e admito minha tapadice para futebol… ¬¬

Bem, um fim de semana pra lá de bom pr’ocês! Fiquem com nosso querido Tony Stark… .

..que deu uma pausa em salvar o mundo para passar no Burguer King mais próximo. Uêba! 😀

Cabeça de Bagre III

Incrível como o poder é inversamente proporcional a sensatez. Não é a toa que vemos algumas notícias de políticos tais como:

Prefeito proíbe moradores de morrer.

Fonte: Brasil RIP.

Ou ainda:

Prefeito proíbe homossexuais em cidade do Paraná.

Fonte: Brasil e seu poder.

Coisa como estas mostram apenas a falta de bom senso dos políticos. Mas o que vem me impressionando nesses últimos dias é falta de respeito com a educação neste país. A notícia que tenho é a seguinte: Continuar lendo

Senhor, Eu jogo.

Ludo é um ser único. Bem, o que há de diferente nisso? Somos todos únicos, mas ele era um daqueles seres do contra, meio teimoso. Ludo tinha uma mania bizarra, acompanhava desde seus 15 anos a loteria, mais especificamente a QUINA. O que havia de estranho nisso era o fato de nunca ter feito uma fezinha, nunca apostou sequer um bilhetinho, pois seu pai sempre dizia: “Meu filho, se você quer enriquecer então só trabalhar, nada de jogo de azar!”. Ele colocou essa lição em sua bagagem e levou para a vida.

Na realidade, ver o resultado da quina era uma espécie de hobbie, ele morria de vontade de jogar, mas aquelas palavras do seu pai sempre atormentavam sua mente. Sempre dava lições aos amigos para não brincarem com jogos de azar, caso ele jogasse sentia que todos o julgariam, sendo assim era melhor não mexer com isso em hipótese alguma.

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Materializando

Um belo dia eu e uma amiga fomos ao shopping com um amigo para ajudá-lo a escolher o primeiro presente para sua namorada. Depois de muitas vitrines, resolvemos tomar um sorvete. Só que o meu amigo quem pagou o nosso. Ficamos super sem graça, morrendo de vergonha, afinal de contas o pensamento enraizado pelo senso comum atual de que “sou auto-suficiente” era forte.

Outro belo dia eu e uma amiga diferente fomos num café com outro amigo. Cada um pediu o que quis, comemos, conversamos a beça, rimos… No final, de forma bem sutil, ele pegou nossas comandas, continuou a conversar com a gente, e se retirou da mesa. Pouco tempo depois ele voltou. Não tínhamos percebido, mas ele havia pagado nossa conta. Mais uma rodada de “sem graça” e “vergonha”. Ele tomou a posição de “parem com isso, não é nada de mais, só quis ser gentil” enquanto a gente se olhava com cara de tacho e bochechas rosadas.

Até que ele começou a nos indagar o motivo de nos sentirmos assim. Pois para ele era um ato gentil, enquanto pra gente era algo quase como caridade. Depois de uma conversa um tanto embaraçosa pra gente, ele começou a nos explicar que estávamos com o pensamento errado, afinal a maneira como vínhamos pensando não nos permitiu receber o sentimento de gentileza dele para sentirmos gratidão por isso.

Ah, isso ficou na minha mente por algum tempo. Continuar lendo

Internet e a Informação.

Informação. Acho que essa é a palavra chave para descrever o século XXI. Tudo no mundo gira em torno da troca de informações. Uma empresa hoje não pode viver sem estar conectada a um mundo cada dia mais plano, como diz Thomas Friedman no seu livro o mundo é plano.

Existe uma teoria que diz que o homem tem medo de altura, pois já está incutido na sua carga genética. Desde os primeiro seres pensantes, seja Adão ou o Macaco, o ser humano precisava enfrentar locais de grande altura. A velocidade traz em si até mais perigos, mas não nos passa tanto medo, pois é uma sensação nova. Nossa carga genética ainda está aprendendo com ela.

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Quando o mundo ficar de cabeça para baixo…

“(…) Esquerda… direita… novamente à esquerda… em duas ocasiões ele foi dar em trilhas sem saída. Harry executou o Feitiço dos Quatro Pontos mais uma vez e descobriu que se afastara demais para leste. Retrocedeu, tomou a trilha à direita e viu uma estranha névoa dourada flutuando mais adiante.

Aproximou-se cautelosamente, apontando para a névoa o facho de luz da varinha. Parecia algum tipo de encantamento. Ele se perguntou se seria capaz de explodi-la para desimpedir o caminho.

-Reducto! – ordenou.

O feitiço atravessou a névoa, deixando-a intacta. O garoto concluiu que devia ter sabido: o Feitiço Redutor só servia para objetos sólidos. Que aconteceria se ele atravessasse a névoa? Valeria a pena arriscar ou deveria retroceder?

Ele ainda hesitava, quando um grito rompeu o silêncio.

-Fleur? – berrou Harry.

Silêncio. Ele olhou para todos os lados. Que acontecera com a garota? Seu grito parecia ter vindo de algum lugar à frente. O garoto inspirou profundamente e atravessou a névoa encantada.

O mundo virou de cabeça para baixo. Continuar lendo

Interação!

Resolvemos abrir um novo espaço para o leitor. É o espaço Interagindo na aba direita do Blog. Ali é uma espaço pra você colocar sugestões, críticas e dar ideias. Bem o espaço é seu. Espero que gostem.

Para esse domingão vou deixar um Haikai. Espero que gostem. Um grande semana para todos vocês.

Se acha que não vale a pena

A vida é um vale

Que apena os que desejam desaparecer

Um Rock pra fechar essa ótima semana.

Beijos pras muié e abraço pros cueca.

Mudança de atitude.

Você já conheceu aquela pessoa que o espírito não bateu? Sabe aquela sensação de conhecer uma pessoa numa aula e não querer vê-la novamente? Pois é, isso aconteceu com João. Ele começou a fazer aulas de teatro e não foi com a cara daquela mulher. Mas que mulher? Dona Luzia! Sim, uma senhora com seus sessenta e xix anos.

Por que João não foi com a cara dela? Nem ele sabe. Apenas não foi. Coisa de doido, não?

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Brasília Nova!

Não estou falando do novo modelo do carro dos mamonas. Estou falando de um Brasília nova embora cinquentona.  Muito tempo para uma pessoa, pouco tempo para uma cidade. É uma daqueles lugares que ou você ama ou você odeia. Não existe meio termo. Ontem foi o dia de dar o parabéns mas hoje acredito que devemos avaliar a real situação da capital.

Na maioria das homenagens de ontem fizeram questão de frisar a diferença entre a corrupção e as pessoas que vivem e trabalham na cidade. Sem querer generalizar, mas qual é a diferença mesmo?

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